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Educadores em todo o mundo têm falado sobre a transformação da educação através da tecnologia.

Muitos preveem que a internet interativa, a web 2.0 e as plataformas de mídia social vão desempenhar um grande papel no futuro da educação.

Isso muito bem pode ser verdade, especialmente com o aumento de MOOC’s (Cursos Online Aberto e Massivo, do inglês Massive Open Online Course) e da educação on-line (E-Learning)..

Há uma necessidade de discutir isso com mais profundidade, para examinar  como as diferentes plataformas permitem e o quais de suas ferramentas podem ser utilizadas na aprendizagem mais eficaz.

Sem saber exatamente como fazer com o facebook ou twitter ou qualquer outra plataforma, sem definir exatamente o que se espera para realizar através da plataforma, não é possível saber se ela realmente funciona ou não como finalidade educativa.

Teses Acadêmicas, Seminários, até Congressos, aproveitando a onda sob a chancela de ” Redes Sociais na Educação”, tem “pipocado” pelo Brasil sem concluir nada de concreto.

Em tese todos concordam que é uma boa, mas o problema é o como fazer na prática  que cada recurso oferecido por cada plataforma seja aproveitado em prol da educação.

Questões para Reflexão e Debates 

1) Podem as mídias sociais serem utilizadas de forma eficaz para aprendizagem? Diga sinceramente o que pensa a respeito...


2) Qual a melhor forma que podemos usar plataformas específicas, como: Facebook, Twitter, Ning ....  na educação?


3) Quais são alguns exemplos de redes sociais você já utilizou em processos de aprendizagem? As experiências foram bem sucedidas?

 

Tags: e-learning, mooc, novas-midias-na-educaçâo, redes-sociais-na-aprendizagem

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Respostas a este tópico

“(...) o problema é o como fazer na prática  que cada recurso oferecido por cada plataforma seja aproveitado em prol da educação”.

Acredito que a resposta ao problema será a própria prática. Será necessário tempo para a sedimentação cultural dos professores e alunos. Será necessário passar pela experiência das contradições entre os paradigmas da educação clássica, presencial e com parcos recursos tecnológicos para o novo paradigma das plataformas virtuais, ricas em recursos oferecendo possibilidades antes limitadas, por exemplo, para o exercício da Colaboração.

Correlacionando com o que Peter Drucker define como eficiência e eficácia nas empresas, penso que quanto aos recursos das plataformas ocorre algo semelhante ao que acontece nas organizações: os recursos farão diferença no âmbito da Eficiência, mas serão as pessoas: professores, Tutores e alunos que possibilitarão atingir a Eficácia – na Prática.

1)      Podem as mídias sociais serem utilizadas de forma eficaz para aprendizagem? Diga sinceramente o que pensa a respeito...

Mídias Sociais são apenas os meios à disposição dos Educadores.

A aprendizagem utilizando as mídias sociais é antes, um processo de aprendizagem para os acadêmicos, e a eficácia das mídias sociais na aprendizagem depende do quanto e quando os acadêmicos vão dominar, desenvolver e disseminar a utilização destes recursos.

2) Qual a melhor forma que podemos usar plataformas específicas, como: Facebook, Twitter, Ning ....  na educação?

Vejo o Facebook como uma plataforma das massas e com recursos suficientes para a promoção e até mesmo bons projetos voltados para a educação –  o Facebook possui potencial, ainda inexplorado para a educação.

Artigo sobre o Facebook na educação: (http://eiclik.com.br/facebook-para-educadores/)

Embora não seja um AVA na acepção mais rigorosa do termo, pela quantidade de usuários é uma importante plataforma para fomentar e estender a educação – dependendo de Quem e Como se fará isto.

Os recursos para a Educação vão evoluir no Facebook, pois a disponibilização de recursos não é de ordem tecnológica e sim mercadológica, a demanda propiciará novos recursos, assim como está ocorrendo como Skype.

Não utilizo o Twitter embora tenha uma conta.

O Ning assim como o  Yammer e outras plataformas,  têm a característica da segregação em grupos de interesses, mas não tenho experiências de educação formal por estas plataformas

Plataformas como o Ning, diferem do Facebook muito mais quanto perfil e volume do  público do que quanto aos recursos para a educação.

3) Quais são alguns exemplos de redes sociais você já utilizou em processos de em processos de aprendizagem? As experiências foram bem sucedidas?

Eu concluí recentemente um processo de ensino-aprendizagem utilizando o Neotriad como plataforma para aulas sobre gestão do tempo, produtividade, e gestão de equipes e projetos. O processo foi desenvolvido como conteúdo prático na disciplina Administração e Empreendedorismo para 49 alunos do curso de Bioquímica na UFSJ.

Embora não seja propriamente uma Rede Social, o software Neotriad disponibiliza grande parte dos recursos de um AVA e por isto foi utilizado com tripla finalidade: aprender sobre a metodologia Tríade do Tempo®; sobe o software com recursos próprios dos ambientes colaborativos e aprender a aprender em ambiente virtual colaborativo.
O objetivo e a estratégia de uso do Neotriad em sido como uma Rede Social de Neotriaders - profissionais especialistas na metodologia Tríade do Tempo® e no software Neotriad.

As aulas foram distribuídas entre presenciais e virtuais. O conteúdo foi dividido em aulas conceituais, aulas instrumentais e aulas práticas. Os resultados ficaram muito aquém do esperado e pelas avaliações dos alunos destacam-se os problemas em relação ao software que possui muitos recursos, adequação à carga horária das aulas virtuais noturnas e não no horário normal da disciplina. Foram treze quesitos de avaliação e os resultados ainda estão sendo compilados. 

Eu Iniciei ontem (29/05/2013) um novo processo de formação de Neotriaders através de um Grupo na Rede Teia (http://teia.mg.gov.br/). A oferta do processo de aprendizagem foi publicada em um grupo denominado Interessados em Aprender com 934 membros, mas apenas 4 se inscreveram para o processo de formação no Grupo Neotriaders! Estaremos utilizando a Rede Social Teia, o Neotriad e o Skype no processo.

Espero obter melhores resultados neste grupo em função da experiência e aprendizagem anterior, do fato do interesse em aprender ter partido dos alunos.

Caros colegas, 

Vou responder de uma maneira simples, de acordo com a fala de uma professora da Universidade Simon  

Fraser de Vancouver no Canadá, publicada pela revista VEJA, há quase um ano:

"A tecnologia faz parte do cotidiano de todos os jovens. Os alunos esperam que o professor se utilize disso em sala de aula. Seu papel mudou completamente, mas continua essencial.* Ele guia o processo de aprendizagem, sendo o elo entre o aluno e a comunidade científica" (grifo meu). E para completar esta afirmação eu indico a todos a leitura do livro de Geraldo Almeida da Universidade Federal do Paraná, sobre a Transposição Didática, uma teoria do francês Yves Chevallard, que Almeida traz para a nossa realidade. Qualquer saber tem que passar pela didática para se tornar um saber a ensinar, é por isso que o papel do professor continua essencial. Somente o professor poderá ensinar a diferença entre navegar na internet e naufragar na internet, somente um professor poderá transformar uma reportagem, por exemplo, em um O.A - Objeto de aprendizagem. Este é o meu discurso Leia Aqui: https://docs.google.com/file/d/0B7SjBTRhEdPCQl9PSDhiOGM2bkk/edit

e aqui:

http://www.nehte.com.br/simposio/anais/Anais-Hipertexto-2012/NiuzaL...

Então tudo o que as mídias sociais oferecem, tem que passar pela transposição didática, para ser eficaz no processo ensino aprendizagem. É o que faço em meu blog de francês há 5 anos. Faço de uma piada, por exemplo um Objeto de Aprendizagem. Simples assim colegas.

Um bom feriado a todos

Olá Niuza, Wander e  demais,

A escola tem que se reinventar. A cada nova turma que entra na pre-escola cresce a necessidade de uma nova visão dos processos de ensino-aprendizagem.

Hoje convivemos com professores do seculo 19, metodologias do seculo 20, alunos do seculo 21.

A capacitação dos professores mais antigos, a  formação dos novos dentro do conceito de novas metodologias digitais é um processo caro e demorado. Entretanto cabe a cada profissional da educação buscar, por sua conta e risco, se atualizar e aprender como tirar partido das boas praticas educativas.

A informação está a disposição na própria internet, grande parte dela com acesso totalmente gratuito, o que vem a colaborar para uma autoaprendizagem mais rápida.

Comunidades de aprendizagem e de boas praticas ,  à exemplo do nosso *Café pontocom Leite*, propiciam a constante atualização de seus membros sobre os novos conceitos metodológicos de aprender e ferramentas tecnológicas disponíveis .

Cada profissional de educação, antenado e participativo, estará sempre aprendendo a aprender e com isso sabendo passar sua mensagem de uma nova postura criativa e participativa em rede.

Esperar que o governo resolva o hiato de capacitação de professores nas TIC's - Tecnologias de Informação e Comunicação -  é uma visão muito comodista e solução lenta. O estado já demonstrou sua incompetência gerencial e  de descontinuidade politica em tudo que põe a mão.  

Vamos nós, todos os educadores do bem, abraçarmos coletivamente a bandeira da autoatualização profissional e repassadores dessa filosofia participativa de compartilhar e multiplicar graciosamente seus conhecimentos.

Os alunos, alguns anos atrás, já nasciam com um "mouse" nas mãos .... hoje a geração "touch" traz nas mãos a habilidade nata de interface homem-maquina simples do toque na tela. Os profissionais da educação precisam sem traumas, reaprender e viver urgente com essa indispensável modernidade. Alguns dizem que é um problema de DNA ....Data Nascimento Antiga.

Me inquieta a postura passiva e preguiçosa de muitos com relação a insegurança e pouca vontade de se reaprender a cada novo instante. Tecnologias são ferramentas, são os meios ....as pessoas são mais importantes, são os fins.

Vamos pessoal ... participem com suas opiniões  e interações discutindo as provocações abaixo:

Questões para Reflexão e Debates 

1) Podem as mídias sociais serem utilizadas de forma eficaz para aprendizagem? Diga sinceramente o que pensa a respeito...


2) Qual a melhor forma que podemos usar plataformas específicas, como: Facebook, Twitter, Ning ....  na educação?


3) Quais são alguns exemplos de redes sociais você já utilizou em processos de aprendizagem? As experiências foram bem sucedidas?

Carlos, acho que já havia respondido. Digo-lhe uma coisa, eu com 56 anos poderia dar esta resposta imatura: questão de DNA, no entanto desde que o francês começou a perder espaço na escola pública, iniciei uma nova busca nesta área de informática. É uma questão pessoal e de perfil mais dinâmico. Esta acomodação me irrita, de 2000 até 2011 quando me aposentei, fiquei tentando "capacitar" os professores da escola pública onde trabalhei 25 anos. A falta de interesse era tão grande que sinceramente desisti. Hoje me pergunto: Para onde vai a escola??? Ela vai sobreviver?

A sua questão de número um eu respondi colocando um link para meus artigos...

Um abraço

Para leitura e reflexão ...

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES DAS MÍDIAS SOCIAIS NA EDUCAÇÃO

Possíveis Pontos Negativos

1. Muitos estudantes não sabem lidar com a grande oferta de informações que a internet oferece. Alguns tomam tudo o que lêem na web como verdade absoluta e isso interfere no processo de aprendizagem e no desenvolvimento de olhar crítico perante o que lhes é apresentado.

2. O jovem de hoje é multifuncional, faz tudo ao mesmo tempo, porém, isso pode ter conseqüências negativas se não for bem administrado. O acesso às redes sociais durante os momentos de estudo, por exemplo, pode causar distração e interferir no desempenho acadêmico.

3. O excesso pode ser arriscado. Ao gastarem horas e horas nas redes sociais, os jovens deixam de interagir cara-a-cara e isso pode prejudicá-los seriamente. Com menos interações “reais”, eles podem ter a capacidade de comunicação comprometida (a internet não exige entonações, linguagem corporal, etc). O mundo “offline” jamais pode ser substituído pelo online.

4. A popularidade das redes sociais e a velocidade que é característica ao mundo online criaram novas maneiras de escrever e falar, enfim, transformaram a língua portuguesa, dando a ela, novos aspectos e sentidos. Isso pode interferir na qualidade de redação desses jovens. A linguagem da internet ainda não foi naturalizada como padrão em nossa sociedade, ela ainda se limita ao meio online. Trabalhos escolares, por exemplo, ainda exigem a linguagem formal. Contudo, palavras como “vc”, “eh”, “baum” acabam aparecendo em trabalhos acadêmicos e os jovens, por muitas vezes desconhecerem a escrita formal, acabam dependendo de corretores automáticos.

5. Muitos estudantes não pensam antes de postar algum conteúdo na internet. É preciso lembrar, porém, que tudo o que escrevemos na web pode ser visto e logicamente, julgado. Posts com conteúdos comprometedores podem trazer complicações ao aluno ao longo de sua caminhada acadêmica e profissional. Algumas escolas, por exemplo, procuram informações prévias sobre futuros alunos e dependendo do que encontram, o estudante pode ser prejudicado. A internet é um livro aberto, por isso, orientar o jovem nesse aspecto é essencial.

Possíveis Pontos Positivos

6. As mídias sociais aumentaram a interatividade e a possibilidade dos alunos se expressarem e colaborarem com a produção de informação. A dinâmica rápida (quase instantânea) do mundo online, deu ao jovem a capacidade de desenvolver pensamento rápido, qualidade que é extremamente apreciada na realidade em que vivemos.

7. As redes sociais ensinam os jovens importantes situações do mundo real. Por exemplo, a noção de “rede de contatos” é exercitada por meio de comunidades como Facebook e isso pode ajudar o jovem ao longo de sua vida. Ser capaz de criar redes de contato sólidas é extremamente importante para o desenvolvimento tanto pessoal, como profissional e acadêmico.

8. Pelo enorme contato que possui com as novas tecnologias, o jovem de hoje as domina completamente. Esse domínio é extremamente útil, já que hoje, o andamento do mundo depende dessas novas tecnologias. Ter essa habilidade é estar pronto para as exigências que virão pela frente.

9. Desenhar um perfil online hoje em dia é fácil. Construir e desconstruir tornou-se parte da vida desses jovens. Eles fazem perfis, definem quem são, apagam perfis, somem e aparecem quando bem entendem. Essa dinâmica proporciona a flexibilidade. Com esse movimento constante, eles controlam o que querem ser e quando querem ser. Isso pode ser relevante para situações do dia-a-dia e ao longo da vida, em que, muitas vezes, devemos assumir determinados comportamentos, dar nossa opinião, nos calarmos, enfim, sermos flexíveis e nos adaptarmos aos diferentes cenários que nos são impostos.

10. A internet abre um mundo favorável à criatividade. Ter seu próprio blog ou seu site de fotos, por exemplo, dá abertura para que o jovem se expresse e mostre seu talento. Ao compartilhar com os outros, ele tem um feedback instantâneo sobre a sua produção, o que pode motivá-lo e até mesmo ajudá-lo a construir e seguir sonhos e objetivos.

fonte: Cadernodia

Tendência: Redes sociais serão completamente integradas ao ensino superior http://getpocket.com/a/read/539203558

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Criado por Carlos Rodrigues 26 Jun 2010 at 4:59. Atualizado pela última vez por Carlos Rodrigues 9 Abr.

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Criado por Carlos Rodrigues 26 Jun 2010 at 18:12. Atualizado pela última vez por Carlos Rodrigues 8 Dez, 2013.

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