Quem é você?... Quem sou eu ...                                                                                         

Olá!

A Luciana Narciso, nova frequentadora do Café, me escreveu o mensagem abaixo.

Vamos ajudá-la? Quem se habilita a iniciar?

[ ]'s,

Carlos

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Boa tarde, 
Prazer conhecer vc!
Gostaria de algumas sugestões  em relação a leitura de material para elaboração de pré-projeto para mestrado.
Meu assunto principal é: as redes sociais vinculadas a educação.
Fico no aguardo, 
Desde já, agradeço. 
Att, 
Luciana

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Tags: pre-projeto, redes_sociais_na_educação

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Respostas a este tópico

Escolas criam redes sociais próprias para interagir com alunos

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(Repostei aqui o presente artigo e seus comentários por se tratar de tema pertinente a este Fórum - Redes Sociais na Educação. Convido-os, após sua leitura, a emitirem suas considerações pessoais e contar um pouco de suas vivências)

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Além de Orkut, Facebook e Twitter, os alunos da Escola Parque, no Rio de Janeiro (RJ), tem mais uma rede social para administrar durante o dia: a EP2, que reúne somente estudantes e professores do colégio carioca. Com a presença de mais de 700 usuários, o espaço facilita a comunicação entre colegas, educadores e também preserva a participação dos alunos mais novos na internet.

Atualmente, a maioria das escolas usam comunidades em redes sociais abertas, como Orkut e Facebook, para se comunicar com os estudantes. Contudo, a direção da escola Parque começou a receber reclamação dos pais, que muitas vezes não permitiam que seus filhos frequentassem todos os ambientes da internet. "Depois de muitas reuniões nós decidimos criar uma rede somente para a população do colégio", conta Giocondo Magalhães, coordenador do ensino fundamental II (da 6ª série à 9ª).

A criação da rede foi feita juntamente com os alunos e professores, que opinaram no design, organização do site e aplicativos essenciais. "Funciona como qualquer outra rede. Tem espaço para criação de perfil, fóruns de discussão e até mesmo bate-papo", conta Magalhães.

Lançada em abril deste ano, cerca de 1,3 mil estudantes foram convidados para entrar na rede, que pode ser acessada somente por quem é da escola e com senha individual. O coordenador do ensino fundamental conta que a direção discutiu muito se o site deveria ser aberto para todos os alunos do colégio. "Percebemos que seria mais seguro trabalhar com os estudantes a partir do ensino fundamental II. A maioria das redes só aceitam usuários maiores de 13 anos, a EP2 aceita a partir dos 10", explica.

Antes de abrir o site para os alunos, discussões sobre público e privado foram trabalhadas em sala de aula. "Fizemos palestras para todos os alunos da escola, explicando questões de privacidade e comportamento em redes sociais. Além disso, ensinamos a navegar na ferramenta", afirma.

Magalhães diz que os resultados já são visíveis. "Muitos professores postam vídeos que vão ser trabalhados em aula mais tarde, por exemplo. Outros recomendam livros, links e sites que complementam o conteúdo estudado", conta. O público que mais faz uso do meio virtual da escola são os estudantes com menos de 14 anos. "Temos um total de 700 participantes, sendo que a grande massa é do ensino fundamental. Isso acontece porque nessa idade a maioria dos pais ainda não permite que eles acessem sites como Facebook, por exemplo."

Apesar disso, o coordenador pedagógico conta que diversas interações sociais interessantes já foram observadas. "Vemos alunos fazendo trabalho em grupo a partir da rede, outros que faltaram aula pedindo para os colegas o conteúdo que foi passado e também a criação de diversos fóruns de discussão", conta, citando o fórum aberto por uma aluna que discutia se a escola deveria ou não trocar os livros didáticos por tablets.

Universidades também apostam em plataforma interna
A criação de rede interna também é aderida por instituições de ensino superior, como a Universidade Federal Fluminese (UFF), a Universidade Federal do Rio de Janeiro (Uerj) e a Faculdade de São Vicente (UNIBR), que criou o site Unielo, voltado para o relacionamento entre alunos, ex-alunos e professores da universidade.

Além de permitir uma rede de relacionamento somente para quem é da universidade, essas ferramentas disponibilizam conteúdos relacionados às aulas, como vídeos, textos e apresentações complementares, além de fóruns de discussão e material de base para provas, trabalhos e projetos acadêmicos.

Para José Armando Valente, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade de Campinas(Nied-Unicamp), a criação de uma rede social própria é uma opção interessante para as instituições de ensino. Contudo, alerta para o fato de que a criação deve ter um objetivo pedagógico claro. "É essencial relacionar a rede com conteúdo escolar e preparar os professores para trabalharem com isso. Criar uma rede somente para comunicação é desnecessário, já que os estudantes podem encontrar isso em outros sites", diz.

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Fonte: Noticia extraída do link:  http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5487476-EI8266,...   Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra) , postado por GUACIRA RIBEIRO DE ABREU  em 14/12/11
COMENTÁRIOS:
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Comentário de Jacqueline Guerreiro Aguiar ontem

Sou professora de História da Escola Municipal Marechal Canrobert Costa, na cidade do Rio de Janeiro , e estou coordenando um projeto-piloto utilizando ferramentas como o NING e o Grouply:

http://historiacanrobert.ning.com

http://historiacanrobert2011.grouply.com

Abraços.

Jacqueline Guerreiro

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Comentário de Carlos Rodrigues ontem

Olá Jacqueline!

Legal que estejam usado redes sociais nas práticas de aprendizagem de história desde 2009 ai na Escola Municipal Marechal Canrobert Costa.

Observei que em 2009 vocês usaram a plataforma NING. Em 2011 mudaram para a plataforma GROUPLY.COM.

Pelo  que pude notar, todos os recursos disponíveis nas plataformas foram usados.

1) Qual foi o motivo da mudança de plataforma?

2) Quais as vantagens/desvantagens que encontraram em cada plataforma?

3) Os alunos se adaptaram mais ou preferiram qual plataforma? Porque em sua opinião?

4) As redes sociais, independente da plataformas, precisam de um constante incentivo a participação e de novidades a todo instante para que despertem interesse e motivem a galera a mais interação. Como foi seu trabalho neste sentido? Conte um pouco das dificuldades/facilidades que tem encontrado.

5) Em uma escala de 0 -10 que nota daria a esta fascinante experiência?

6) Outras matérias da Escola também estão usando redes sociais na educação?  Quais? e o resultado como anda?

 e continuamos conversando,

 [ ]'s, Carlos

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Como usar as redes sociais a favor da aprendizagem

Acesse o link acima e veja mais sobre o tema deste Fórum - Redes Sociais na Educação

Veja  mais um texto postado hoje sobre o  tema Redes Sociais na Educação

Redes Sociais: Como a escola pode (e deve) incorporar esta nova pla...

Luciana,

Sugiro materiais do Don Tapscott, que desde a década de 1980 analisa o nascimento da chamada N-Gen (ou Net Generation), pois ele já falava de questões que apenas agora estamos aprofundando no Brasil sbre o uso de tecnologia na vida cotidiana e dentro das salas de aula.

Abraço,

Ingrid

@ingridstrelow

Luciana,

Se puder colaborar de alguma forma, @adrianagandin e eu escrevemos este texto para o Jornal Brasil 247: 

http://www.brasil247.com.br/pt/247/midiatech/32673/A-polêmica-dos-tablets-na-educação.htm

Abraço!

Ingrid

@ingridstrelow

Social learning: protagonista en las Jornadas de e-learning en las administraciones públicas

Publicado el 27 septiembre, 2011 por cfoncillas

Las redes sociales y su implicación en el proceso de enseñanza-aprendizaje fueron protagonistas en las V Jornadas de E-learning en las Administraciones Públicas, que se celebraron en Valladolid del 15 al 17 de septiembre. En ese espacio de encuentro, el social learning se presentó como una tendencia de la formación, que responde a un nuevo tipo de alumno, nativo digitalmente y acostumbrado a construir conocimiento a partir de la información generada en las redes.

En  las jornadas, organizadas por la Escuela de Administración Pública de Castilla y León, ECLAP,y la Junta de esta Comunidad autónoma, los ponentes incidieron en los cambios experimentados en el ámbito de la comunicación, tendiendo a la “desintermediación de los medios, de los contenidos y de la distribución”, explicó el consejero delegado de Planeta de Agostini, Michael Bannet, para quien la irrupción de las redes ha provocado la necesidad de mayor personalización de la información, de la formación y de la producción, por lo que, en definitiva, “lo importante es ver qué necesitan nuestros alumnos”.

En este sentido, el responsable de Social Learning en La Caixa, Ramón García, quien presentó el proyecto Virtaula, incidió en la necesidad de gestionar el conocimiento corporativo mediante la incorporación de herramientas que permitan a los trabajadores compartir y difundir, dado que en la actualidad se percibe “un cambio en la forma de aprender”.

Este punto de vista fue compartido por los representantes de las administraciones públicas. Así, la responsable del Departamento de Formación del INAP, María Antonia Sacristán, insistió en el giro que hay que dar hacia la no presencialidad de la formación, en tanto en cuanto supone menos inversión en recursos. “El e-learning permite hacer más por menos”, apuntó Sacristán.

Igualmente, el secretario de la Comisión de Formación de las Administraciones Públicas, Pedro Guillén, indicó que “la formación es fundamental en un momento en el que las AAPP deben mejorar su calidad para incidir en la percepción que de ellas tiene el ciudadano. Y las tecnologías de la información y la comunicación son muy importantes en esta tarea”.

Las V Jornadas e-Learning despertaron el interés de medio millar de especialistas en formación, entre ellos los consultores de Fortec, quienes asistieron a los diferentes eventos programados en el encuentro. Una de las principales novedades de esta edición, tradicionalmente limitado a los profesionales, es que por primera vez se abrió al público generalista. La iniciativa, bautizada como Gente Red, incidió en las posibilidades que ofrecen las nuevas tecnologías de la información a los ciudadanos. Para ello se programaron ponencias sobre las redes sociales, la privacidad en Internet y las posibilidades que ofrece para la búsqueda de empleo.

Fuente:  http://www.linkedin.com/news?viewArticle=&articleID=55679329103...

 

Olá Daysy,

O link que vc indicou  http://delicious.com/daisygrisolia está rompido. 

Mensagem: 

The page you requested could not be found.

[ ]'s , Carlos

http://www.delicious.com/daisy.grisolia - o erro foi meu, ficou faltando um ponto entre um nome e outro. 

abs

Daisy

Olá,

Rápida no gatilho a moça ... (rs,rs,rs) 

grato, Carlos

Apresentação de Teresa Pombo 

Redes Sociais: Como a escola pode incorporar esta nova plataforma na educação e não só como ferramenta de comunicação?

Olá, Luciana, e todos!

Está rolando um debate bem interessante sobe este tema, sigam o link:

http://canaldoensino.com.br/blog/debate-redes-sociais-na-educacao-p...

Abraços!

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